Arquivo de Setembro de 2006

Escolhas

Vera Pinheiro

Com que roupa eu vou? Ah, que mulher não viveu esse drama diante do espelho? As que não tinham opção de escolha. Mulheres de um vestido só, de um único par de sapatos, de roupas puídas, pés descalços. As outras certamente enfrentaram essa angústia feminina tão pouco compreendida. Fazer escolhas, afinal, é um processo que as mulheres aprenderam não faz muito, considerando o tempo da humanidade. A dúvida remonta a uma vida de opressão, capaz de influenciar atitudes e comportamentos. Exercitamos o aprendizado das escolhas todos os dias, não sem erros, porque cada passo faz o caminho e nada está pronto, há muito por fazer ainda e sempre.
Houve um tempo em que os pais escolhiam os maridos das filhas segundo as suas próprias conveniências e pelo que eles pensavam ser melhor para elas, que se adaptavam à situação, apesar de inconformidades internas e vontades sufocadas. Um dia aprendemos que marido é da nossa própria conta e risco. Tentamos, então, fazer a melhor escolha, a melhor possível. Escolhemos segundo os ditames de dado momento, como estamos e o que queremos em determinada fase da vida. Olhamos o homem como possibilidade de amor, não como investimento. Por isso, há quem escolha um bem-amado pobre em vez de um chato rico, mesmo que se descabele depois, questionando se fez a escolha certa, e há quem se arrependa disso. Não há que brigar com escolhas do passado, é preciso aprender a escolher o que faz parte da nossa vida hoje e para o futuro.
Cada um pode escolher o que comer e o que maior bem fizer à saúde. Pode? Nem todos. Há os sobreviventes, os que se alimentam dos restos, os que matam a fome com as sobras dos que se fartaram e jogaram fora por conta do exagero e do desperdício. Quem puder, escolha comer o que é saudável. Não é o mais sofisticado nem o mais exótico, geralmente é o mais simples que faz bem. O mais digerível, menos calórico, mais de acordo com a necessidade do corpo, que quer ser suprido e não testado, feito cobaia.
Uma carreira é para ser pensada, uma escolha para ser feita com responsabilidade. Afinal, é o futuro que decidimos quando escolhemos que caminho seguir, a que trabalho dedicar tempo por anos e anos, vida adentro. Eu me decidi perguntando a mim mesma se gostaria de ter aquela atividade pelos dias que eu trabalhasse. Quando a resposta interna foi positiva, decidi sem medo. Sabia que seria feliz com a minha escolha, feita com o coração, sempre um grande mestre. Tive solavancos com a profissão, com a qual verdadeiramente me casei. Mas o amor, a parte melhor da caminhada e as alegrias sempre foram mais fortes do que as rusgas passageiras.
Filhos. Melhor que não sejam do acaso, mas pensados, escolhidos, encaixados na nossa vida para não haver trancos na rotina e nos nossos planos. Mesmo assim, há dificuldades a superar, porque, sabemos, a perfeição não é deste mundo. Nem dos pais, tampouco dos filhos. Filhos que escolhemos ter no momento que julgamos melhor padecem menos, pois não os culpamos da vinda nem da vida. Afinal, nós os escolhemos ter. E somos responsáveis por toda escolha que fazemos. Dou opinião sobre quase tudo na vida dos meus filhos e eles opinam na minha do mesmo jeito. Isso é exercício de bem-querer. Nem sempre seguimos o que um diz para o outro, mas ficamos com a consciência tranqüila por não nos termos calado. A escolha é sempre do protagonista da situação, de mais ninguém. Assim, não podemos culpar os outros de eventuais insucessos ou equívocos das escolhas que fazemos, baseados na opinião que recebemos. Opinião é para receber e processar. A decisão é da própria pessoa, de acordo com o que quer para si mesma.
Governo, políticos que nos representam. Precisamos escolher bem e depois de eleitos ao menos lembrar quem são, que promessas juraram e quanto fizeram. Eleição parece um casamento. Aliás, me parece mais grave do que o próprio casamento, pois o voto concede direito a outra pessoa para fazer muita coisa no nosso lugar. É uma procuração que se dá para alguém dirigir o destino da nação, do estado, da nossa vida em comunidade. São direitos amplos para que o outro faça por nós. Isso é muito sério! Não dá para se casar com alguém que a gente não conhece. Não dá para esquecer o nome do cônjuge, passado algum tempo. Não dá para votar em quem não conhecemos e não confiamos. Senão, um dia, acordamos com uma baita ressaca política. O político que tiver o nosso voto será nosso cônjuge por anos! A diferença é que nas eleições a gente diz “sim” a vários deles a um só tempo. Isso já é uma excelente razão para pensar e votar bem. A escolha é nossa. Escolhamos bem o futuro que queremos viver e com quem.

Adicionar comentário Sábado, 30 de Setembro de 2006 às 08:34 Vera Pinheiro

Tudo

Vera Pinheiro
Tudo está em ti mesmo.
Não procures fora nem além de ti o que é necessário aos teus dias.
Toda força, a maior coragem, a melhor determinação, tudo está no vigor do teu coração e na luz da tua alma.
Podes encontrar apoio nos outros, mas somente tu podes agir em favor da tua realização e da tua felicidade. Podes receber conselhos sábios, porém é da tua escolha tudo quanto fizeres na tua vida. Podes ser orientado, mas somente tu podes escolher os caminhos que vais trilhar.
Confia no teu poder e na tua luz. Na tua essência reside tudo aquilo que buscas.
Movimenta-te na direção do que queres, mas antes visita o teu próprio ser para nele recolheres o farnel que te alimentará durante a caminhada.
Associa-te contigo mesmo e não entregues o poder de dirigir a tua existência a mãos que não sejam as tuas.
Ouve muito e silencia os teus planos. Nem todos compreenderão os teus anseios. Nem todos se alegrarão com as tuas vitórias.
Protege a ti mesmo com a sabedoria que habita o teu ser mais profundo e segue a tua intuição, que é a voz divina a falar contigo.
Coloca-te no alto para que rastejantes não te alcancem. Fica ao alcance do olhar de todos para que possam ser iluminados pela tua presença.
Aproxima-te dos bons e cuida-te dos maus, mas não rejeites ninguém. Todos te ensinarão.
Do que aprenderes, entrega parte; reserva um tanto para tua própria segurança. Do que não souberes, aprende, e sempre queiras aprender, pois será ainda pouco. Não te iludas com o teu aprendizado. O conhecimento é ilimitado como a capacidade do pensamento. Vai longe com a tua mente e sempre volta à humildade, pois nada é grandioso o suficiente para o orgulho.
Tenhas consciência de tudo quanto és, regozija-te com a parte feliz da tua história e compreende o lado difícil, a sombra que afasta a luz. Ambos são necessários ao teu crescimento.
Pratica a aceitação dos outros, não tentes mudar ninguém além de ti mesmo. Do que mudares, não anuncies. As mudanças mais sólidas são silenciosas como o tempo que quase não se percebe, mas jamais descansa.
Volta ao teu interior e fica atento ao que está ao teu redor. Tudo importa e nada importa, a relatividade está presente em tudo, depende de onde vislumbras pessoas e acontecimentos.
Tudo que tens te basta se souberes escolher o que te é, de fato, necessário.
Tudo que se foi cumpriu seu ciclo. Vive, pois, o agora, que é a entrada do amanhã. Este é o teu tempo de felicidade. Abre o coração para enxergá-la, porque olhos não bastam para reconhecer o muito que ela é.
Abençoado sejas. Abençoado és.

Adicionar comentário Sexta, 29 de Setembro de 2006 às 12:38 Vera Pinheiro

Todos os dias

Vera Pinheiro
A vida recomeça todos os dias. Assim é a cada dia e esse é o sentido de tudo. Refazer a si mesmo diariamente rejuvenesce o coração, os sentimentos, as emoções e retira o entulho do ontem que ficou para trás. É como varrer a casa todos os dias, limpar a mesa de trabalho antes de ir embora, fazer a higiene diária do corpo. Num sentido mais amplo, assim deve ser conosco. Para não acumular o que é desnecessário, o que não faz bem, o que não acrescenta conhecimento, sabedoria, alegria ou lição, o que não é sinônimo de felicidade que, para mim, é rumo e destino, obrigação e compromisso.
Ser feliz todos os dias! Eu realmente creio isso possível por ter descoberto que a felicidade é feita de pedacinhos, como tudo que a gente saboreia e degusta. Não se come uma torta inteira, por mais deliciosa que seja! Não se bebe champanhe de um gole só! Tudo se faz aos poucos. Não se atravessa o rio de uma margem a outra com uma só braçada. Sendo humano, não se caminha de outro jeito que não seja passo a passo. A canção é um trajeto de melodia. O sol aparece, a noite acontece. Nada que é belo e bom acontece aos trancos. A vida é suave! A felicidade é divisível e por ser pequenininha cabe no bolso e no coração, e não precisa de um caminhão que a carregue como um grande acontecimento. A gente pode levá-la junto aonde quer se vá. Felicidade em pedaços, sem caroços. Pronta para a gente viver!

Adicionar comentário Quinta, 28 de Setembro de 2006 às 10:02 Vera Pinheiro

Hoje em festa

Vera Pinheiro
Hoje eu arrumei a mesa com a melhor toalha que estava na gaveta. Logo cedo, colhi flores no jardim e, delicadamente, as ajeitei num vaso. Fui ao quintal e apanhei as carambolas mais amarelinhas e as romãs mais vermelhas, enquanto espero as mangas amadurecerem. Peguei a louça que estava guardada para os dias de visita. Fiz o café mais caprichado que podia e me servi como se fosse um dia de festa. Não havia coisa alguma para festejar, nenhuma pessoa convidada nem é fim de semana. Mas este é o dia mais importante que eu tenho para viver: o hoje!
Não quero guardar toalhas e louças para um amanhã incerto.
Não vou esperar que as frutas caiam do pé para serem comidas.
Não deixarei que as flores murchem sem que as tenha visto.
Não há visita que seja mais importante do que a minha família.
Por que esperar pelo próximo dia, por aquele que virá, se o hoje pode ser a festa do meu espírito?
Nunca mais vou deixar que as toalhas fiquem amareladas a espera de quem nunca vai chegar.
Não vou guardar as frutas mais saborosas para quem nunca vai comê-las comigo.
Vou apreciar as flores e enfeitar a minha vida com elas, não mais esperar que pessoas apareçam, porque as estações mudam e o tempo consome relações que não são renovadas.
Não vou desperdiçar o melhor que tenho para dar com quem não quer receber, ou com quem recebe e não sabe apreciar.
Vou me dar para mim mesma antes de me dar a outros, para não dar do que não tenho ou que me é escasso ou dar o que nunca volta, não tem retorno, recompensa, troca.
Vou me apreciar, me valorizar, me gostar muito antes de esperar pela apreciação, pela valorização e pelo gostar alheios.
Vou estender a melhor toalha em minha homenagem, saborear os melhores frutos que cultivo, perfumar a vida com as flores mais bonitas que eu cuido. Vou fazer a melhor refeição em qualquer dia.
A vida é uma seqüência de momentos que eu vou viver por inteiro, sem ficar a espera dos que prometem e não cumprem, dizem que amam, mas não é verdade.
Hoje estou em festa. Celebro a minha própria vida, com um profundo respeito pelo que construí e experimentei. Com enorme amor por mim mesma. Com grande carinho pela minha própria história.
Eu mereço uma mesa caprichada.
Mesmo se estiver sozinha.

Adicionar comentário Quarta, 27 de Setembro de 2006 às 11:39 Vera Pinheiro

Biscoitos quebrados

Vera Pinheiro
verapinheiro@verapinheiro.net

Só café já está bom. Mas fica melhor se tiver um biscoito, um pãozinho, um pedacinho de bolo ou um chocolate para acompanhar. Adoro tomar café com bombom! É uma delícia! Ah, ninguém me lembre o valor calórico dessa combinação que eu acho perfeita. Eu desprezo a advertência das gramas a mais em favor do prazer.
- Queres um biscoitinho?, perguntei ao meu colega. Eu já de olho reluzindo feito criança, enquanto abria o pacote.
- Ah, que pena… Os biscoitos estão quebrados!, constatei, mal contendo a decepção ao ver os meus biscoitos preferidos em pedaços no pacote recém-aberto.
- São novinhos, como podem estar quebrados?!, reclamava para mim mesma, enquanto o colega vinha na direção da minha mesa. Ele não se importou com a minha reclamação nem com os biscoitos quebrados. Pegou os caquinhos, provou, pegou outros pedaços do pacote.
- Estão crocantes, deliciosos!, disse ele.
- Mas estão quebrados!, retruquei.
- Vais comer os biscoitos inteiros?
Não, eu não iria comer os biscoitos inteiros, mas queria que eles não estivessem quebrados, ao menos não antes de eu apreciar o sabor. O colega reuniu pedaços de biscoitos num pratinho e levou para a mesa dele, enquanto o meu café esfriava sobre a mesa. Eu olhava, decepcionada, o pacote de biscoitos crocantes, mas quebrados. Ou, como me ensinava o colega: biscoitos quebrados, mas crocantes. Uma pequena diferença, que me fez pensar nas relações entre pessoas.
Por que, tantas vezes, percebemos primeiro os defeitos e só depois alcançamos as qualidades dos outros? Por que, mesmo que saltem aos olhos as virtudes, sempre colocamos em destaque a parte ruim dos seres humanos? Por que temos tanta dificuldade em apreciar a essência, deixando-nos embalar pela aparência? Por que não conseguimos amar de pacotinho, isto é, com tudo o que a pessoa é, do seu jeito e não do nosso? Por que é tão complicado sermos amados, apesar dos nossos corações quebrados?
Às vezes, as pessoas parecem um pacote de biscoitos saborosos, mas em pedaços. Têm o coração esfrangalhado de sofrimento, de desamor, de abandonos, de perdas, de descrença no amor. São olhadas apenas nesse aspecto de dor, mas não são vistas na sua porção melhor e mais inteira, o seu caráter, a sua capacidade de se dar, o afeto que aprendeu a partilhar. Só a parte sombria é vista, não o seu brilho. Quando elas chegam às nossas vidas, mesmo que tenham intenção de ficar, não as recebemos com o coração. Rechaçamos a parte quebrada e não experimentamos o doce sabor de sua presença conosco. Não queremos pedaços, como se as pessoas pudessem viver uma vida inteira sem estilhaços de amargura, sem cacos de sofrimento. Queremos pessoas sem passado, sem história, sem caminho nem aprendizado, então. Isso é muito injusto.
Mesmo as que já muito se entristeceram podem ser adocicadas pessoas. O terno desafio é olhar isso em alguém sem vontade de fugir. A amorosa coragem é perceber o que há além das dores e acolher os outros. A melhor sensibilidade é a capacidade de não rechaçar uma pessoa só porque ela não é tão inteiramente perfeita quanto gostaríamos que fosse, nem tão boa ou tão bonita como queríamos. O mais amplo carinho se demonstra quando aceitamos alguém pela sua porção melhor, pelo que nela compensa, pelo que é bom, sem nos determos na porção nem tanto, aquela que não a faz a melhor do mundo, mas ainda assim única. O amor mais inteiro é o que passa pelos defeitos pequenos, porque eles não atrapalham nem tiram a qualidade humana. São, muitas vezes, retoques feitos a dor que não se escolhe.
Precisamos compreender que pessoas são o que são e como são. Nem sempre combinam com o ideal que sonhamos ver nelas. E o nosso ideal em relação aos outros geralmente está muito distante da realidade, porque é um ideal feito de sonhos, de fantasias tão-somente, longe do palpável, do realizável, do humano imperfeito que todos somos. Muitas vezes procuramos nos outros a perfeição que não conhecemos em nós. Queremos que o outro seja o que estamos longe de ser. Somos apenas humanos. Imperfeitos. Mas, apesar disso, dignos de amor. E é justamente o amor que faz as pessoas melhores do que são. Amamos e elas nos parecem perfeitas. Não são perfeitas e por isso as amamos. É importante saber essa diferença para apreciar pessoas, que são como os meus biscoitos: quebrados, mas deliciosos.

Adicionar comentário Terça, 26 de Setembro de 2006 às 17:15 Vera Pinheiro

Meu artigo no Grupo CVI - crédito

Vera Pinheiro
As pessoas me questionam sobre a publicação de artigo meu - “Biscoitos Quebrados” - no site do Grupo CVI Refrigerantes Ltda. Respondo: o artigo é da minha autoria, foi publicado no jornal A Razão de Santa Maria, RS, no fim de semana de 16/17 de setembro, na minha coluna. Apenas ele teve um trecho cortado, o início. Não gostei dessa parte.
O que não fica claro é se a autoria é ou não da pessoa que postou o artigo. Não é. O que salva é que, no final do texto, consta “fonte”, onde está o meu e-mail. Então, para clarear: a crônica “Biscoitos quebrados” é minha. Quebrada, sem os primeiros parágrafos, mas é minha, como podem ver no original que vou postar aqui, a seguir.
O meu artigo – quebrado - está no link abaixo:
http://www.grupocvi.com.br/mensagem_internet.php?categoria=105&mensagem=2998

Adicionar comentário às 17:12 Vera Pinheiro

Notícia boa

Vera Pinheiro
Uma notícia boa: um grupo de estudos espíritas de São Paulo lê uma crônica minha antes de começar a reunião semanal. Fiquei muito contente por saber disso e partilho com quem me visita aqui. O que escrevi com a vida e com o coração chega às pessoas de um jeito muito bonito. Que bom!

1 comentário às 13:24 Vera Pinheiro

Nova semana

Vera Pinheiro
Nova semana está aí! Dias de trabalho, rotina, horário, compromissos. Não é apenas isso. É isso e muito mais. É a feliz oportunidade de viver, de realizar, de crescer, de assumir novas chances e outras possibilidades. A semana é da maneira como a encaramos. Se estamos pessoas chatas, com certeza ela será completamente aborrecida. Se o nosso espírito estiver animado, não haverá contratempo que tire a nossa alegria. Se sairmos de casa com ânimo de guerra não vai faltar quem busque confronto conosco. Se sairmos em paz ninguém haverá de nos perturbar. O dia é como estamos e como somos. Tudo é reflexo, espelho de nosso comportamento e de nosso querer.
Feliz dia! Feliz hoje! Feliz semana! Uma vida feliz para todos nós!

Adicionar comentário Segunda, 25 de Setembro de 2006 às 08:05 Vera Pinheiro

Hoje

Vera Pinheiro
O que fazes da tua vida neste dia? Não o deixes passar em branco, vive-o intensamente. Faz este dia feliz. Encontra razões para sorrir, para alegrar-te com a vida. Não desperdices tantas horas revivendo as dores, deixa-as adormecerem. Deixa que a vida se realize em toda a sua grandeza. Não te atenhas aos pequenos defeitos, às mínimas angústias. Que ao recostares a cabeça esta noite possas sorrir, feliz pelo lindo dia que viveste. Feliz seja o hoje!

Adicionar comentário Sábado, 23 de Setembro de 2006 às 13:48 Vera Pinheiro

Publicações anteriores


Calendário

Setembro 2006
S T Q Q S S D
« Ago   Out »
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930  

Minhas Publicações Recentes

Publicações por Mês

Estatísticas

Meta