Arquivo de Agosto de 2009

Hino Nacional

Vera Pinheiro
Definitivamente, certas coisas a gente não entende como nem por que acontecem. Na vida pessoal, nos relacionamentos, na história da nossa caminhada.

Não dá para entender o que aconteceu com Vanusa ao cantar o Hino Nacional, segundo o que li hoje neste link:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u616981.shtml

A infeliz versão do Hino Nacional Brasileiro de Vanusa está no link que segue, postado no You Tube. Quase não acreditei no que ouvi, mas confesso que senti muita tristeza. Pelo Hino e por ela. Vai saber o que a pobre está atravessando, e digo isso antes que joguem 300 pedras nela.

http://www.youtube.com/watch?v=TfzyqxWHrQo

Devo dizer que estou aliviada com o fim deste mês, longe de ser a meu gosto. Que venha setembro e suas esperanças!

3 comentários Segunda, 31 de Agosto de 2009 às 07:38 Vera Pinheiro

Crônica da semana - O medo do medo (*)

Vera Pinheiro
O medo é um sentimento incompreendido, malfalado, confundido… e assustador! Não é bom nem ruim, como tudo na vida. Depende de como o encaramos e vivenciamos, se nos domina e imobiliza ou se serve de alerta e, assim, nos protege de riscos, ameaças e perigos.

É incompreendido se não sabemos o que ele representa, então, nos apavoramos diante dele e não resolvemos as suas razões. Ficamos limitados às conseqüências dos fatos, e o medo é uma delas. Nós nos amedrontamos do próprio medo, não do que o provocou, por isso, cerceamos nossos movimentos e não conseguimos agir, sequer dar um passo na direção das soluções de que necessitamos.

Por medo, não avançamos em busca de conquistas, sonhos, realizações, desejos. A insegurança se escora no medo e nos impede de prosseguir nos desígnios da vontade. Não dizemos do nosso sentir por medo de sermos interpretados erroneamente, tampouco manifestamos as emoções, e elas se acumulam, envenenando o nosso ser. Calamos quando queremos falar e dizemos qualquer coisa para não ficarmos quietos, por medo do julgamento alheio. O silêncio nem sempre significa consentimento, concordância e harmonia. Tantas vezes ele é sucumbência, feita do medo da repercussão das palavras, atitudes e ações, e se torna sinônimo de postura acuada. E, por vezes, o seu oposto é uma expressão de falsa ousadia, por não querermos ser tomados como covardes, medrosos, mesmo que, intimamente, nos reconheçamos assim. A aparência do medo tem diversas faces, e nem todas são aceitas; algumas são escamoteadas e fingidas; várias delas, mascaradas. E não as desvendamos por medo que o medo nos impinge, iludindo os sentidos e turvando a avaliação do que somos e de como tudo, na realidade, se apresenta e é.

Por não ser clara a interpretação do medo, que tanto nos assusta, nós o confundimos com outras sensações e reagimos em nome delas. O respeito, por exemplo, tem suas peculiares motivações, mas se embaralha com o medo, que é uma de suas definições, mas na prática e utilidade do termo, ele assume outra versão. Respeitamos as pessoas ou as tememos? Os animais se atemorizam no convívio com os mais fortes ou os respeitam? E os filhos em relação aos pais? E todos em relação aos mais velhos? E os poderosos quanto aos mais fracos, os debilitados, os subalternos? Não têm medo, mas lhes devem o necessário respeito, que é bom e eu gosto.

Na iminência de um grave acontecimento, como nos comportamos? Apavorados de medo, sofremos antecipadamente ou mantemos a calma e reforçamos a coragem, aguardando em paz os próximos momentos? E o medo de amar… Ah, quantas hesitações dificultam atender o chamado do amor, e mesmo que ele festeje o coração, a mente relembra as dores passadas, reaviva as decepções e incita as amarguras. Não queremos sofrer de novo, como daquela vez, e a decisão contém esperança de evitar padecimentos amorosos, como se isso fosse possível. O desafio de amar está justamente na falta de garantia de felicidade e, também, em uma grande aposta de que vai dar certo! Quem tiver medo de sofrer por amor pode recolher-se num canto, enquanto a vida passa, mas não tem a menor graça! E a vida se constrói de histórias boas e nem tanto, e todas nos ensinam.

Medo das incertezas do futuro, quem não tem? Alguns o superam com confiança, otimismo, perseverança. Outros recuam do ponto em que estão, tendo-se por incapazes de vencer obstáculos, que existem, mas podem ser contornados ou removidos, desde que invistamos tempo, dedicação e trabalho nisso. De graça? Nem injeção na testa! E de injeção não tenho medo, mas dispenso. Não carece, obrigada, e, do mesmo modo, malquerer, baixo astral, desconfiança, traição e fofoqueiros de plantão. Passo reto! Mas deles não tenho medo, o que não desobriga boa reza, que evita confusão.

Medo? Do quê e por quê? Embaraça as convicções, faz-nos tremer como vara verde em dia de vendaval e a gente, se pelar de medo. Alguns medos vêm da infância, mas devemos nos lembrar de que já crescemos e que precisamos modificar o comportamento, da idade juvenil para a adulta. E crescer, se dói – e dói! – tem compensações, como a de vencer o medo e de viver sem medo de ser feliz do jeito que somos e com o que temos. É o que faço, pois medo – medo mesmo! – só tenho de três coisas (e com elas, o melhor cuidado!): divindades, eletricidade e mulher ciumenta! O resto, com fé, encaro!
(*) Crônica publicada na edição de 29 e 30 de agosto de 2009 no jornal A Razão (www.arazao.com.br) de Santa Maria, RS.

4 comentários Sábado, 29 de Agosto de 2009 às 07:28 Vera Pinheiro

Que medo!

Vera Pinheiro
Deu pau no computador! Ai, que medo de perder meus preciosos arquivos! Sim, claro, tenho back up de tudo, mas… Quase fui às lágrimas, mas eis que surge o magnífico, o poderoso, o genial Fábio Milhomem, o mago da eletrônica, que demora mais tempo para fazer o caminho até a minha casa do que para consertar as esquisitices do meu micro (bem, dizem que o que não sai ao dono é roubado…rsrsrs). Enquanto eu fecho a porta, ele desmonta e monta, revira do avesso e a coisa funciona. Eu até fico achando graça do medo que tive de o problema ser uma coisa mais séria. Fábio faz isso “com um pé nas costas”, como se diz. Ajeita aqui e atende outro cliente por telefone. Será que ele só tem clientes desesperados?!

Quando penso em deixar Brasília e morar no meio do mato, avalio se poderia ficar longe desse menino que me tira do sufoco quando o computador tem um chilique! Além de muito competente, Fábio – que eu recomendo com louvores – é muito boa gente, educadíssimo, pai do Fabinho e tem uma esposa que é uma gracinha, e ela, para atender um chamado meu, já foi atrás dele quando estavam de férias (eu fico em pânico quando Fábio tira férias e some da área). Sou fidelíssima a ele, e no meu computador além dele, ninguém mete a mão, senão eu mordo!

E por falar em medo, esse é o tema da crônica da semana, que hoje mandei ao jornal A Razão, de Santa Maria, RS. Ando tão musical por esses dias… Adoro aquela música do Lenine, “Miedo”. Eu tenho medo do medo que dá. Não, nem isso! Eu só tenho medo de três coisas na vida, e falo na crônica, que estará aqui no sábado.
270820091506 - 270820091506 Fábio em ação!
270820091507 - 270820091507 E os gatinhos ao lado do computador.

Adicionar comentário Quinta, 27 de Agosto de 2009 às 20:47 Vera Pinheiro

Filhos do coração

Vera Pinheiro
Tenho dois filhos, quatro cães, dois gatos e alguns filhos que não gerei, mas que são do coração, como Claudio Dantas Sequeira e Bibiana Stohler. Ele, jornalista e ela, publicitária e artista plástica, ambos brilhantes profissionais e pessoas da melhor qualidade! Esses amigos muito amados me homenagearam com uma visita, domingo último, e iluminaram de alegria o meu recanto.

Fiz o almoço, mas deixei que Claudio fizesse os quitutes de abertura, desta vez numa assadeira elétrica, porque ele não tem muita intimidade com a churrasqueira. Ele gosta de cozinhar, e sabe, então sempre reservo algo para esse moço fazer, do mesmo modo que meu filho cozinha quando vem à minha casa.

Quando Cláudio e Bibi me visitam tenho a sensação de que são filhos que à casa tornam. É o mesmo contentamento de uma mãe ao receber visita de filhos que moram longe.
Claudio e Bibi 1 - Claudio e Bibi 1 Claudio e Bibi e a minha cara de feliz. Eles são ótimos!

Adicionar comentário Quarta, 26 de Agosto de 2009 às 08:20 Vera Pinheiro

Chuva extemporânea

Vera Pinheiro
Chuva nesta época em Brasília é, no mínimo, uma surpresa. Até parece que estamos em final de ano (e será que não?!). Pois a chuva extemporânea é a causa do meu sumiço desses dias. Sexta-feira, dando graças pela chegada do fim de semana, passei no supermercado para abastecer a casa, e ao chegar ao lar, doce lar, cadê a energia? Só a minha, porque a elétrica sumiu e tudo era um breu. Já não gosto de carregar compras, e não tendo quem faça isso por mim, em plena escuridão fica um pouquinho mais chato. Ainda bem que sempre carrego uma lanterna poderosa no carro para clarear o caminho em circunstâncias como essa. A energia elétrica voltou quando eu estava dormindo.

No dia seguinte, sábado, o meu computador estava dengando. Ligava e desligava. Consegui postar a crônica da semana pelo computador da minha filha, e deixei quieto. A luz ia e voltava, caía a todo instante… e eu, antevendo o resultado disso. Computadores não são pessoas, não agüentam todos os trancos e oscilações. São mais frágeis do que nós!

Domingo passei o dia com um casal amigo, muito amado, e à noite, finalmente, consegui mostrar fotos de Maria e Helena e atualizar o post de Carol e Daniel. Foi o tempo necessário para tal, e a luz se foi outra vez.

Na segunda-feira de manhã, o sinal de internet ausente me mostrou o tamanho do prejuízo: queimou o modem. E olha que tenho todas as medidas de segurança e um profissional da mais alta competência para cuidar dos meus equipamentos, o queridíssimo Fábio Milhomem, que, primeiro, me socorre o pranto. Logo cedo liguei para ele e marcamos uma visita à noite – ele tem uma agenda superlotada sempre, em tempo bom, e quando chove, mais ainda! Pois desmarcamos no final da tarde. Chovia demais em Brasília! Chuva, raios, trovões… e falta de energia elétrica. Nem parece a capital da República! Um pingo d´água e cai a luz!

Terça-feira, mal raiou o dia e Fábio, o mago da computação, estava aqui. Trocou o modem e tudo voltou a funcionar, ufa. À noite, cheguei tão exaurida em casa que não quis fazer outra coisa senão descansar e repor a minha energia. E aqui estou, com um olho no micro e outro na janela. O tempo está nublado, mas a minha alma, não! Tudo é luz. Nada como um dia depois do outro e uma noite (de preces e bom sono) no meio. Que o dia seja feliz! E que a luz se mantenha! A interior, principalmente!

Adicionar comentário às 08:03 Vera Pinheiro

Handfasting de Maria e Helena

Vera Pinheiro
No dia 9 de agosto de 2009, um domingo ensolarado, Maria Amaziles Lopes de Sá e Helena Oliveto Greco uniram-se em casamento. A belíssima cerimônia de Handfasting, celebrada pela Mestra Mirella Faur, comoveu familiares, filhas, amigos, amigas, irmãos, irmãs, sacerdotisas e mestras da Teia de Thea, à qual ambas pertencem. Numa paisagem bucólica, as duas mulheres assumiram seu compromisso de amor e confirmaram os laços que as unem há muitos anos nesta vida.

Por seu amável convite, estive lá e registrei aquele momento tão lindo. Pedi permissão a elas para fotografar a cerimônia e para colocar neste blog algumas fotos, e só o faço hoje, duas semanas depois, porque não pude fazê-lo antes. Maria e Helena receberam um CD com todas as imagens. Aqui, hoje e agora, como antes e sempre, reverencio essas duas amigas muito amadas, mulheres corajosas, iluminadas irmãs no coração da Deusa. Parabéns, queridas! Sejam muito felizes, ainda mais do que até aqui foram.

Na oportunidade do assunto, convido os amados e as amadas, leitores deste blog, a uma visita ao post de 31 de julho de 2009, com o título de “Handfasting de Daniel e Carol”, que celebrei, agora com fotos daquele ritual sagrado. Basta procurar pelo assunto (à direita, no alto da página) e dar “ok” ou ir pelo calendário, na data indicada. Primeiro, por não ter imagens da celebração e depois por falta de tempo, somente hoje consegui postar fotos. Outro registro com o mesmo tema tem o título de “Casamento” (de Paula e Nick, que celebrei também) e foi postado em 14 de outubro de 2008. Dessa união só tenho fotos da comemoração, não da cerimônia. Os noivos, muito queridos meus, já retornaram aos Estados Unidos.

Para ampliar as imagens, aqui e nos posts relacionados, basta dar um clique nelas. Vejam como tudo foi lindo!
Maria e Helena 090820091188 - 090820091188 diante de Mirella 090820091191 - 090820091191
Trançando a união 090820091192 - 090820091192 Votos 090820091206 - 090820091206

Alianças 090820091210 - 090820091210 Mirella Faur 090820091211 - 090820091211
Chuvinha de arroz 090820091218 - 090820091218
Ouvindo poesia de Renata Navega 090820091225 1 - 090820091225 1
Clarissa Vargas representando a Deusa Afrodite… 090820091226 - 090820091226
…Abençoa essa união… 090820091227 - 090820091227
… com o anjo do amor, seu filho Rudá… (090820091230 - 090820091230
… e me abençoa com a maçã 090820091232 - 090820091232 090820091234 - 090820091234
090820091236 - 090820091236 Camila, Maria Augusta e Maria Tereza, filhas de Maria 090820091238 - 090820091238 Camila, Maria, Helena e eu

1 comentário Domingo, 23 de Agosto de 2009 às 21:34 Vera Pinheiro

Crônica da semana - Louca, eu?!

Vera Pinheiro
Não foi uma nem duas, como não foi a primeira e, provavelmente, não será a última vez que me chamaram de louca. Louca, eu?! Busquei o mais profundo do meu íntimo, onde residem todas as respostas, e passeei vagarosamente pelos caminhos do passado e do presente, pois o futuro não me preocupa, embora eu me ocupe dele também, e não fazê-lo seria, verdadeiramente, uma loucura. Não tive pressa de chegar a qualquer conclusão. Coloquei a modéstia de lado para vislumbrar meus aspectos positivos e me avaliei criticamente para observar o que preciso retocar no meu retrato humano e espiritual. Ao final concluí: Sim, eu fui, sou e quero continuar muito louca, variando os tipos de loucura nos necessários e contínuos (quiçá, loucos) processos de mudança.

Fui exageradamente louca ao trabalhar por mais horas do que tem um dia, emendando turnos sem me dar trégua, descanso nem lazer, abdicando da companhia de meus filhos para me entregar ao nosso sustento material. Não estive com eles como gostaria, e hoje, se pudesse, faria diferente, sem os excessos de dedicação profissional que me tiraram do convívio familiar. Eu não tinha tempo e corria atrás dele, tentando multiplicá-lo e, com isso, desafiei o impossível, que eu pensava vencer. Coisa de louco!

Foi ponderada loucura não ter vivido inteiramente um grande amor para, ao menos, saber como teria sido, e jamais saberei, até porque já não questiono o que poderia ser, mas o que é e o que pode ser. Inutilmente louca fui ao derramar lágrimas por quem não merecia sequer o esboço de um sorriso, quando me entristeci pela ausência de quem me ignorava, ao me dilacerar nas perdas irreversíveis. Depois compreendi que não ver o lado bom de tudo é, inapelavelmente, uma loucura!

Fui distraidamente louca ao não prestar atenção em minha intuição, manifestando vontade contrária ao que sentia nas batidas compassadas do coração, que não se engana, a despeito da teimosia com que o enfrentei para tomar rumo oposto aos seus sinais. E ao me negar nas virtudes, por escutar o que diziam e que tomei como verdade, em prejuízo da autoestima. Fui inadvertidamente louca nas ocasiões em que entreguei o comando de minha vida a outra pessoa, por amá-la com loucura e por pensar que tomaria conta de mim melhor do que sei, posso, fiz, faço e hei de fazer pelo tempo que eu viver! Ingenuamente louca fui ao me colocar em último lugar nas minhas prioridades, necessidades e realizações, adiando sonhos para ceder espaço a alguém que me perdeu de vista por estar ocupado consigo, e não percebeu que continuo o meu percurso, apesar de tudo.

Fui e continuo sendo encantadoramente louca! Sorrio, mesmo que dos olhos verta sofrimento. Enxugo o pranto, ergo a cabeça, respiro fundo e vou em frente, não obstante as dores, que não são mais persistentes do que sou; as mágoas, que ferem, mas se curam; as decepções que surgem como visitas inesperadas: são acolhidas, mas não se demoram, porque não lhes dou abrigo eternamente. Vêm e vão, e cresço no aprendizado da sabedoria, enquanto o meu espírito se anima, porque ele é louco por evoluir!

Sou conscientemente louca por não temer ousar ser o que sou, ainda que não agrade a todos, mas seria absurdamente louca se me submetesse a caprichos alheios, sujeita a quem adoraria me moldar ao seu prazer e gozo, e não permito. Sou convictamente louca ao desacatar a premissa de que ninguém pode ser feliz sozinho; por não me importar com o julgamento de quem vê, mas não me enxerga além daquilo de que me visto e revelo. Tenho incomensurável loucura por não me abater e por me manter firme, embora balance um pouco para encontrar meu eixo.

Sou supostamente louca por não ser do jeito que alguns esperam, e se tentam me enfiar na camisa-de-força do que acham ser melhor para mim sem perguntarem minha opinião. Quando querem me enquadrar como item de supermercado, disponível e à espera de desejo que não é meu, e rejeito isso. Ao gritar sinceridade que desconcerta, ao me desnudar nas palavras, por não negar sentimentos e emoções, por desprezar a conveniência da mentira e da dissimulação, não obstante, em contrapartida, me entregarem rechaço, que não me assusta. E, finalmente, a mais bela de todas as minhas loucuras: deixar o profano para me dedicar ao sagrado.

É algo muito louco ser dita como louca, não sendo: é incompreensão, abandono, isolamento, exclusão, preconceito, ou, talvez, medo e vergonha de ser tão maravilhosamente louca assim! Eu sou infinitamente louca pela vida e corajosamente feliz! Loucura mesmo é renunciar à própria essência, esquecer de nós e abrir mão do que divinamente somos. Então, mais louco é quem me diz…
(*) Crônica publicada na edição de 22 e 23 de agosto de 2009 no jornal A Razão (www.arazao.com.br) de Santa Maria, RS.

Adicionar comentário Sábado, 22 de Agosto de 2009 às 07:10 Vera Pinheiro

Poema Dia

Vera Pinheiro
Hoje é o meu dia no blog Poema Dia (link à tua direita). Confere o blog. Tem muitos poetas talentosos, inspirados, belos!

Estou tão cansada hoje… Um cansaço da semana, aliás, que foi agitada demais para o meu gosto. Há dias em que, se eu pudesse, escolheria o silêncio, o nada, o lugar situado no centro do vazio.

Deve ser cansaço. Melhor que eu durma cedo para acordar renovada, porque amanhã mais me espera.

Boa noite. Fica bem. E um beijo meu.

Adicionar comentário Sexta, 21 de Agosto de 2009 às 23:04 Vera Pinheiro

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